O automóvel, um erro
01/05/2012 Deixe o seu comentário
Cidades com muitos automóveis impermeabilizam seu solo para que as vias passem, reduzindo a área verde, aumentando a temperatura (efeito “ilha de calor”) e potencializando fragilidades relacionadas ao manejo de águas pluviais e fluviais. Além disso, em congestionamentos, gases tóxicos e fuligem concentram-se exageradamente na atmosfera, gerando picos de doenças e até mortes em determinadas épocas do ano e horários do dia. O tempo passa a ser ditado pelos congestionamentos gerados por quem não usa os transportes públicos (embora muitas vezes desejasse usá-los, como acontece comigo), gerando uma perda imensa na qualidade de vida, pois muitas outras atividades são inviabilizadas em função do tempo necessário para realizarem-se simples deslocamentos. Aliando-se a isso o equívoco estatal de escolher como modelo de desenvolvimento, dentre outros modelos possíveis, um que privilegie a indústria automotiva, tem-se um quadro desanimador e irracional, comum em muitas cidades brasileiras (e latino-americanas, como mostra o vídeo). É preciso mudar.
Para saber mais e participar no Brasil, cliquem aqui: ITDP (Instituto para Políticas de Desenvolvimento e Transporte)






