Vamos falar de Responsabilidade

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Responsabilidade na Construção Civil é uma disciplina importantíssima na formação de arquitetos e engenheiros. Ao contrário do que muitos pensam, arquitetos não são artistas – o produto de seu trabalho é tangível, a ele corresponde um orçamento e um retorno financeiro, dele exigem-se garantias e, por fim, sua execução depende do projeto e da gestão. Ler mais deste artigo

O futuro: menos mão de obra!

No vídeo acima: aplicação de argamassa minimizando o número de operários! Uma característica que adiciona morosidade às construções é sua dependência de processos manuais, arcaicos. À medida que evoluímos, automatizam-se mais e mais os procedimentos construtivos, favorecendo cronogramas e cumprimento de prazos! Fascinante, não?

Robôs faxineiros: automatizando sua casa!

Do ponto de vista do investimento, construir um imóvel não é mais importante que mantê-lo. Gastos regulares devem ser planejados, de forma a garantir sua vida média e um bom desempenho. Para quem passa o dia fora de casa e, assim como eu, não simpatiza muito com a ideia de ter um(a) funcionário(a) apenas para a faxina, automatizar a limpeza pode ser uma excelente saída!

 

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Norma de Desempenho – conhecê-la é obrigatório!

Arquitetos e engenheiros necessitam garantir qualidade e requisitos técnicos a seus projetos, de tal forma que seus clientes tenham segurança em relação a seus investimentos. A norma de Desempenho, NBR 15.575:2013, é, de acordo com o Código de Defesa do Consumidor (CDC), de utilização obrigatória nos projetos habitacionais brasileiras. Conhecê-la profundamente é, portanto, essencial!

 

 

Fonte: Blog do Direito Civil & Imobiliário Brasileiro

As incríveis Estruturas de Macarrão!

Esses estudantes e suas experiências maravilhosas… em nossas universidades, tornaram-se populares as competições de Estruturas de Macarrão, uma forma divertida de vivenciar os esforços e testá-los, observando em sala de aula o estado-limite.

Claro, o teste de ruptura é a maior diversão, como mostra o vídeo abaixo!

Fascinante, não? Saiba mais sobre como construir uma clicando aqui! =]

Desenho não é nada, modelagem é tudo!

Criar, para arquitetura e urbanismo, não é nem pode ser uma atividade artística. É preciso efetuar análises e quantificar seus resultados, prevendo e garantindo ao produto – a edificação – o melhor desempenho possível.

Os softwares atualmente disponíveis desafiam os arquitetos a aproximarem-se mais dos engenheiros, compreendendo e interferindo em seus projetos através de modelos computacionais que vão muito além do desenho: simulam as características do objeto construído!

Uma dica: se você pensa que BIM é só aquele programa que faz 3D, desenha fachadas, cortes e quantitativos enquanto você faz a planta baixa… você ainda não entendeu o que é modelagem!

Arquitetos podem projetar vias?

Não, não responderei à pergunta. Em vez disso, apresento aqui uma animação.

Bonitinha, feita em um simulador. Entretanto, sem que explique como foi construída e por quê, não tem significado.

Uma pergunta possível: a que tipo de cidade se refere?

a) os algoritmos/modelos de regressão podem ser vários, e é preciso explicar qual foi escolhido e por quê – lembrando que um algoritmo/modelo de regressão pode ser aqui entendido simplesmente como uma lista de variáveis consideradas mais importantes e a escala de prioridade escolhida para elas);

b) os dados coletados são tratados de acordo com algumas premissas, de estudos anteriores – que podem ser originários de cidades europeias ou americanas, por exemplo.

c) outras alternativas foram testadas? E suas simulações, que resultados apresentaram?

O que realmente se tira de bom de uma simulação não é o vídeo, mas sim um relatório pormenorizados dos prós e contras. É com base em análise comparativa que alternativas são comparadas e pode-se eleger uma a ser executada.

A forma como um projeto qualquer é apresentado/implementado pelo poder público, a participação popular direta ou indireta (através da Câmara de Vereadores, por exemplo), os termos da contratação da equipe técnica envolvida… são questões pertinentes que profissionais do direito podem levantar muito bem. Mas os urbanistas não precisam repetir esse coro, trata-se de um desperdício – maior contribuição dariam se procurassem questionar os aspectos técnicos por trás do projeto.

Outra pergunta possível: quais dados levar em consideração e como abordá-los em projetos viários?

Àqueles que ensinam nas faculdades de AU… não seria hora de aproveitar as novas atribuições que o CAU deu aos arquitetos e mudar a formação profissional para melhor, adicionando conteúdos como esse nas grades curriculares de seus cursos?

Fica a provocação… desenho ≠ modelo ≠ projeto ≠ plano

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